"O show ja terminou"
5 - O CHAFARIZ DA CAPELINHA - JoanMira
Paises Lusofonos
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19 abril 2026
17 abril 2026
Portugal singular - GUARDA - CENTRE DU PORTUGAL
À 200 km à l’est de Porto, perchée à 1 000 m d’altitude, Guarda est la localité la plus haute du Portugal. En venant de Salamanque (Espagne) par la route, elle est la première ville importante après la frontière.
Fondée en 1199 pour garder la frontière avec les royaumes de León et de Castille, Guarda est bordée aujourd’hui de faubourgs populaires et modernes, au pied d’une haute colline dominant un vaste paysage aux horizons lointains.
Au sommet, le centre historique, très bien conservé avec ses étroites ruelles et ses maisons de granit, possède l’une des plus belles cathédrales du Portugal. Une ville à visiter pour découvrir un Portugal authentique qui a gardé toute son âme et son caractère !
Routard
15 abril 2026
Portugal singular -FORET DE BUçACO
À 25 km au nord de Coimbra, la forêt de Buçaco et la petite station thermale de Luso forment une oasis de fraîcheur et de verdure. Buçaco, l’une des plus anciennes forêts d’Europe, recèle une flore particulièrement riche et diversifiée avec environ 700 espèces d’arbres et d’arbustes (rhododendrons, ginkgos, cèdres, séquoias...). En contrebas, les eaux thermales de Luso sont réputées pour soigner les problèmes de reins.
Au cœur de la forêt, le Buçaco Palace Hotel est l’un des édifices les plus étonnants du pays. Sur l’emplacement de l’ancien monastère, ce rendez-vous de chasse royal de la fin du 19e s, a été transformé en hôtel de luxe dès 1917 par un architecte passionné d’art manuélin. Il vaut le coup d’œil !
Routard
14 abril 2026
Historias de Lisboa - MARTIM MONIZ : AS ORIGENS MILENARES (2/2)
1962
Os terrenos mais próximos do centro da cidade, nas imediações do antigo Hospital Real de Todos os Santos e do convento de São Domingos, foram sendo progressivamente urbanizados, sob a tutela do convento de São Vicente de Fora, o grande próprietário das terras no local. Foi neste trecho que, em meados do século XVI, em terrenos de um tal João da Palma, começou a ser construída uma nova via de saída da cidade, que viria a ganhar o nome de rua da Palma (e não do Palma, como teria feito sentido).
Ao longo dos séculos, agudizaram-se as diferenças entre os de dentro e os de fora; os da cidade e os do campo; muçulmanos e cristão; lisboetas, provincianos, portugueses e estrangeiros.
Desde o terramoto, poucas zonas de Lisboa terão sofrido transformações tão profundas e traumáticas com aquela a que este bairro foi sujeito. Entre os anos 40 e os 60 do século XX, mais de 5 mil moradores foram obrigados a abandonar a zona, após a demolição de mais de 230 edifícios, ruas, becos, igrejas, teatros, monumentos, espaços comerciais e culturais. Vivências e memórias apagadas do mapa, substituidas por grande vazio, sempre pronto a renovar-se numa cidade aberta e cosmopolita, que o descaso, os experimentalismos urbanos e as modas ideológicas, ao longo dos séculos, tendem a manter eternamente à espera de uma solução.
MiguelFrancoDeAndrade
SicNoticias
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11 abril 2026
07 abril 2026
03 abril 2026
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