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27 março 2026

Historias de Lisboa - QUEM FUNDOU A CIDADE DE LISBOA ?

O sul da Península Ibérica estava cheio de prata, e essa foi uma das razões que atraiu os fenícios até cá, há cerca de 3 mil anos.

Quem fundou a cidade de Lisboa?

Muito antes da tomada do poder de D. Afonso Henriques no século XII, da chegada de populações muçulmanas a partir do norte de áfrica no Século VIII, dos exércitos romanos no século II a.C , na foz do maior rio da Península Ibérica existiriam apenas pequenos núcleos de povoamento dispersos, ligados à agricultura e aos recursos do imenso estuário, numa cultura típica do que há muito se convencionou chamar de idade do bronze.

Mas por volta do século VIII antes de Cristo alguma coisa começa a transformar-se no território que hoje chamamos de Lisboa. Na vertente sul da estratégica colina do castelo de São Jorge, há vestígios arqueológicos que nos dão a entender que a ocupação se torna permanente, os modos de vida se sofisticam, as atividades económicas se tornam intensas.

Mas há mais. Na outra margem do rio, em Almada, escavações arqueológicas desenterraram escaravelhos egípcios, cerâmicas gregas, vasos de alabastro e objetos em marfim. Ali produziam-se peças em ferro, bronze, prata e certamente ouro, metal precioso pelo qual o Tejo era famoso na Antiguidade.

Ao longo de todo o curso do rio, até pelo menos Santarém, surgiram povoados que revelam o contacto entre as populações autóctones, que sempre habitaram a região, e os recém-chegados fenícios, com longas barbas e vestes tingidas.

MiguelFrancoDeAndrade
SICNoticias

Portugal singular - CASTELO DE VIDE ET SERRA DE SÃO MAMEDE : PERLES DE L'ALENTEJO

Bâtie sur un promontoire dominant la plaine, la vieille ville de Castelo de Vide avec sa forêt de toits dégringole de chaque côté de la colline. On déambule avec bonheur dans les ruelles de la ville, avec ses façades blanches, dans le quartier juif de la judaria, en admirant aussi les édifices du 17e et 18e s de la ville basse, sans oublier l’église Santa Maria et ses deux tours baroques.

Autre étape de charme dans le coin : le village de Marvão, perché à quelque 900 m de hauteur sur son nid d’aigle.

La région environnante, la Serra de São Mamede, est un massif montagneux de moyenne altitude qui s’étend le long de la frontière espagnole. Traversé par quelques routes sinueuses, il offre un résumé bucolique de la faune et la flore alentejanes avec des forêts de chênes-lièges, d’eucalyptus, d’oliviers, de châtaigniers et d’amandiers, mais aussi de sapins. Idéal pour les randonneurs.

Routard