"Como é possivel"
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25 julho 2024
EFEMERIDES - Aconteceu a 25 de julho de 1959
Ao ser capturado após o 49.º assalto a Igrejas em Belo Horizonte e arredores, Joaquim Ferreira dos Santos apresenta, na Polícia, a seguinte defesa:
«Todas as vezes em que entrei em Igrejas e furtei esmolas e velas, ajoelhei-me e pedi perdão a Deus, que me tem perdoado.»
Esta notícia mereceu honras de primeira página no jornal português Diário Popular n.º 6031, de 25-07-1959.
A imagem que acompanha este artigo mostra o exterior e o interior da Igreja de São José, em Belo Horizonte.
Oleme
24 julho 2024
EFEMERIDES - Aconteceu a 24 de julho de 1945
Com direção e encenação de Vasco Santana, estreia, a 24 de julho de 1945, no Teatro Variedades, a comédia musical Chuva de Filhos.
Do elenco fazem parte Mirita Casimiro, Vasco Santana, Álvaro Pereia, Eunice Muñoz e Barroso Lopes.
Fonte: Diário de Notícias n.º 28536, de 24/07/1945, p. 3
A publicidade que é feita de manhã no Diário de Notícias dá pouco destaque à intervenção de Eunice Muñoz.
No entanto, de acordo com o site do Museu Nacional do Teatro e da Dança, neste dia a atriz prestou provas finais no Conservatório, obtendo a classificação de 18 valores e o seu nome já surge nos cartazes, à noite, com o mesmo destaque dos consagrados Vasco Santana e Mirita Casimiro.
Oleme
23 julho 2024
EFEMERIDES - Aconteceu a 23 de julho de 1920
Segundo o seu assento de nascimento, Amália Rodrigues, a expressão máxima do fado, teria nascido a 23 de julho de 1920, na rua Martim Vaz, na freguesia lisboeta da Pena.
A fadista pretendia, no entanto, que o seu aniversário natalício fosse celebrado a 1 de julho, data em que teria efetivamente nascido.
Amália Rodrigues é conhecida na maioria dos países mundo, tendo levado o nome de Portugal até às mais longínquas paragens, onde, ainda hoje, possui um apreciável número de admiradores.
Ela permanecerá eternamente no coração de todos os que tiveram a felicidade de a ouvir ao vivo ou simplesmente de escutar a sua voz nos suportes sonoros e visuais que nos deixou.
Cantou textos dos mais consagrados autores portugueses, incluindo poemas líricos de Camões e trovas do rei D. Dinis. Autores contemporâneos como Alexandre O'Neill, José Carlos Ary dos Santos, David Mourão Ferreira, Pedro Homem de Mello, ou Manuel Alegre, sentiram-se plenamente honrados por ela ter interpretado com a sua voz composições literárias suas.
Para além da língua portuguesa, Amália cantou em castelhano, galego, francês, italiano e inglês.
Faleceu a 6 de outubro de 1999, tendo o seu corpo sido depositado no talhão dos artistas do cemitério dos Prazeres mas uma última e derradeira homenagem lhe seria prestada: os seus restos mortais seriam transladados, a 8 de Julho de 2001, para o Panteão Nacional, onde apenas se encontram os mais ilustres portugueses, permanecendo o seu túmulo sempre repleto de flores ali colocadas por inúmeros admiradores.
Oleme
22 julho 2024
SABER DA HISTORIA - Mouros - Presença na Europa
A presença deste povo na Espanha e em Portugal aconteceu a partir do século VIII. Somente na Espanha, os mouros ficaram por oito séculos, sendo que o último reino muçulmano teve fim em 1492, após a vitória dos reis espanhóis na Guerra de Granada.
Posteriormente, os mouros passaram por um século de perseguição cristã. Nesse período, os mouros eram obrigados a se converter ao cristianismo e os não convertidos eram obrigados a deixar o país. Todavia, os muçulmanos que se encontravam na Espanha foram expulsos de forma definitiva em 1609 e todos seus descendentes ficariam conhecidos como mouriscos.
Estes povos tiveram influência direta na construção cultural e em outros aspectos. Em Portugal, por exemplo, além da influência no idioma, os mouros deixaram seu legado na arquitetura e na decoração.
Na capital portuguesa, Lisboa, a mouraria é o nome do bairro habitado pelos mouros e a influência muçulmana é encontrada na culinária portuguesa e até mesmo no fado, ritmo musical português com a maneira de cantar dos mouros.
ConhecimentoCiêntifico
21 julho 2024
EFEMERIDES - Aconteceu a 21 de julho de 1869
«A excelentíssima condessa de Samodães chega brevemente de Lisboa, para ir a uso de banhos para a Foz. Para acompanhar aquela senhora até esta cidade [do Porto], partiu para Lisboa o senhor visconde de Alpendurada.»
Fonte: O Primeiro de Janeiro de 21-07-1869, p. 2
Portugal vivia, na altura, sob regime monárquico, pelo que qualquer notícia relacionada com elementos da nobreza - por muito insignificante que ela fosse - era sempre apresentada com grande destaque na maioria dos jornais da época.
Praia de Banhos, pintura de João Joaquim Marques da Silva Oliveira (1853-1927), Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado
Oleme
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