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19 agosto 2024

MUSICA BRASIL - Gilberto Gil - Caetano Veloso - Roberto Carlos - Coração vagabundo

"Coração vagabundo"

VISITANDO AVEIRO - Costa Nova


Costa Nova, também conhecida como Costa Nova do Prado, está localizada na costa ocidental, a 12 quilómetros do centro histórico de Aveiro. Esta aldeia, além de ter uma lindíssima praia, é muito conhecida pelas belas casas de pescadores pintadas com listas verticais e horizontais de diferentes cores, dando um encanto especial a este lugar.

Frente à aldeia encontra-se a Ria de Aveiro e atrás a lindíssima praia com passadiços de madeira, o que lhe permitirá caminhar facilmente, e beber algo num dos vários bares que encontrará.


GoToPortugal

18 agosto 2024

ALENTEJO : LUGARES APAIXONANTES - Nisa

Para uma visita invulgar ao Alentejo, convido-o a explorar a natureza através do Passadiço Barca da Amieira situado em Amieira do Tejo com lindas vistas sobre o rio Tejo.


Há vários miradouros a partir dos quais poderá admirar a paisagem, nomeadamente um em frente à barragem do Fratel (Miradouro Transparente do Tejo). O trilho da Barca da Amieira é muito agradável, pontuado de esculturas, baloiços gigantes e permite contemplar a fauna e a flora. Não se esqueça de levar uma garrafa de água, visto que as temperaturas podem ser bem altas (sobretudo no verão)


Quanto à vila de Nisa, o seu centro histórico possui alguns monumentos antigos. Poderá ver as ruínas do castelo, do século XIII, as muralhas, incluindo a Porta da Vila e a Porta de Montalvão. A igreja barroca e a fonte da Pipa também merecem uma visita.

Edição JoanMira
GoToPortugal

17 agosto 2024

MUSICA - Os Quatro e Meia - Ja estou de regresso amor

"Ja estou de regresso amor"

VISITANDO AVEIRO - Via Ecológica Ciclável – Passadiços Ria de Aveiro




Inaugurada em julho de 2018, a Via Ecológica Ciclável é um percurso com passadiços de madeira que permitem aos visitantes admirar a beleza da Ria de Aveiro, em zonas menos conhecidas e
distantes do centro da cidade.


Aproveite os vários quilómetros deste percurso para contemplar a fauna e flora típica deste lugar, enquanto admira as belas paisagens, os canais e os barcos moliceiros.


O percurso no concelho de Aveiro tem uma extensão de 7,5 km, grande parte dos quais é feito em passadiços de madeira. Este percurso faz parte de uma ciclovia de 48 km de extensão que liga Estarreja à praia de Mira.

GoToPortugal

MUSICA BRASIL - Roberto Carlos - Coração sertanejo

"Coração sertanejo"

16 agosto 2024

EFEMERIDES - Aconteceu a 16 de agosto de 1900 (Morte de Eça de Queiroz)


A 16 de agosto de 1900, morre, em Paris, o escritor português José Maria Eça de Queirós [ou Queiroz, conforme a grafia vigente na sua época].

Havia nascido na Póvoa do Varzim, a 25 de novembro de 1845.

O seu pai, o magistrado José Maria Teixeira de Queiroz, era natural do Rio de Janeiro, tendo-se formado em Direito na Universidade de Coimbra.

Tal como seu pai, frequenta o curso de Direito da Universidade de Coimbra. Quando já era finalista, inicia a sua carreira nas letras, com folhetins dominicais na Gazeta de Portugal.

Após ter terminado o curso de Direito, passa a viver em Lisboa, onde exerce as profissões de advogado e jornalista.

De 23 de outubro de 1869 a 3 de janeiro de 1870, faz uma viagem ao Oriente, tendo visitado a Palestina e assistido, no Egito, à inauguração do canal do Suez.

É nomeado administrador do concelho de Leiria, em 1870.

Participa, em 1871, nas chamadas Conferências do Casino.

Em 1873, ingressa na carreira diplomática, tendo desempenhado funções de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris.

Obra Literária

De 1866 a 1875, Eça escreve temas românticos mas já com processos de descrição realista. Fazem parte desta época, Prosas Bárbaras, Mistério da Estrada de Sintra e alguns Contos.

De 1875 a 1887, entra na fase realista, com uma forte crítica social. Neste período, cria o romance de costumes, com análise objetiva e, por vezes, até cruel da sociedade, tendo por sustentáculo a ironia. O Crime do Padre Amaro, O primo Basílio, O Mandarim, A Relíquia, Uma Campanha Alegre e Os Maias pertencem a este período, sendo esta última obra considerada o expoente máximo do realismo português.

Numa terceira fase, de cariz nacionalista / realista (1887 a 1900), de tendências por vezes excessivas, embora atenuadas pela moderação e pelo sarcasmo, inserem-se: A Ilustre Casa de Ramires, A Cidade e as Serras, A Correspondência de Fradique Mendes, Últimas Páginas e Contos diversos.

Oleme

15 agosto 2024

VISITANDO AVEIRO - As salinas


As salinas são um local obrigatório durante a sua visita de Aveiro e também fazem parte da sua história. Poderá visitá-las sozinho ou fazendo uma visita guiada. A visita dura cerca de 45 minutos. Ficará a conhecer tudo sobre as salinas, a sua importância na história e economia da cidade, sobre a colheita do sal, a fauna e a flora.

As salinas estão situadas a oeste da cidade, a poucos minutos do centro histórico. Pode deslocar-se a pé até lá e comprar a flor de sal a um preço mais em conta.

Aproveite a sua visita às salinas para descobrir o eco-museu Marinha da Troncalhada, situado na margem do canal central.


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HUMOR - Um abuso

Para testar a honestidade de um empregado, o patrão manda pagar 500€ a mais no seu salário.

O mês passa e o empregado não diz nada. No mês seguinte, o patrão faz o inverso e manda retirar 500€.

Nesse mesmo dia, o empregado, furioso, chega junto do patrão e reclama:
- Houve um engano: tiraram-me 500€ do meu salário!
- Tem razão! É curioso: no mês passado também nos enganámos e colocamos 500€ a mais… e você não disse nada!

Resposta do empregado:
- Pois é, mas um erro eu ainda tolero, agora dois acho um abuso!!!

Oleme

14 agosto 2024

EFEMERIDES - Aconteceu a 14 de agosto de 1385 (Batalha de Aljubarrota)

No final da tarde de 14 de agosto de 1385, ocorre a Batalha de Aljubarrota que constitui um momento de viragem na crise que assolava Portugal desde 1383, motivada pelo facto de D. Juan I de Castela considerar que tinha direito a assumir o trono português.

O DESENROLAR DA BATALHA

Várias versões descrevendo o desenrolar desta batalha chegaram aos nossos dias, algumas um pouco fantasiosas; mas, num aspeto, estão todas em concordância: o número de castelhanos e franceses envolvidos era muito superior ao dos portugueses e seus aliados ingleses.

Reunindo todas as versões e expurgando-as de alguns aspetos mais contraditórios, tentaremos descrever como esta contenda se teria efetivamente processado.

D. Nuno Álvares Pereira, condestável do Reino, já havia conquistado algumas praças que, até aí, se haviam colocado ao lado do rei de Castela.

Nos últimos dias de julho, reorganiza, em Abrantes, o exército português, reunindo forças oriundas de diversas zonas do país, incluindo nelas o Mestre de Avis.

Algumas divergências surgem sobre a melhor tática militar a ser usada para enfrentar o exército inimigo.

Perante este impasse, D. Nuno Álvares Pereira decide passar à ação: segue com as suas forças em direção a Tomar, avançando, de seguida, por Atouguia (no concelho de Ourém), chegando, a 12 de agosto de 1385, a Porto de Mós, junto da estrada que liga Leiria a Alcobaça, por onde já caminhavam as forças castelhanas.

No dia seguinte, o Condestável procura um local onde pudesse intercetar o exército castelhano, tendo optado por um terreno planáltico, a sul da ribeira de Calvaria. Este possuía acessos difíceis, limitando a frente de ataque do inimigo e possibilitando o contra-ataque dos portugueses pelos flancos, sob a proteção de dois ribeiros ali localizados.

Do lado de Castela, a cavalaria pesada seria, de acordo, com algumas fontes, constituída por cerca de 5000 lanças e a cavaria ligeira por 2000 ginetes. Teriam, ainda, ao seu dispor, 8000 besteiros e l5 000 peões; do lado português existiriam apenas cerca de 1700 lanças, 800 besteiros, 300 archeiros ingleses e 4000 peões.

A posição estratégica dos portugueses não passa despercebida aos castelhanos, que, apesar de estarem em maior número, tentam evitar o confronto, seguindo por um caminho secundário em direção a Calvaria. O exército português passa a deslocar-se paralelamente aos castelhanos, acabando as duas forças por ficar a 350 metros de distância uma da outra.

Com rapidez, os portugueses cavam no terreno fossos e covas de lobo, sendo estas últimas constituídas por um buraco cónico invertido, com cerca de dois metros de profundidade, no fundo do qual é cravada uma estaca pontiaguda, apresentando-se à superfície dissimulada com terra e arbustos rasteiros.

O exército português dispõe-se numa espécie de quadrado, constituindo a sua vanguarda e as alas um corpo único. À frente desta estrutura, 600 lanceiros, comandados pelo Condestável, constituem a primeira força de impacto; na retaguarda, sob o comando de D. João I, posicionam-se besteiros, 700 lanças e 2000 peões. As alas do quadrado eram constituídas por outros efetivos, nomeadamente por combatentes ainda muito jovens. Estes últimos ficaram celebrizados na História de Portugal como Ala dos Namorados.

A vanguarda castelhana hesita em enfrentar os portugueses, não obstante o seu poderio ocupar toda a largura do planalto, sendo constituída, segundo algumas descrições, por 50 bombardas e 1500 lanças posicionadas em quatro filas; para além de um elevado número de lanceiros, besteiros, peões, ginetes e cavaleiros franceses.

Ao fim do dia, a vanguarda castelhana decide-se a iniciar o combate.

A configuração do terreno entre as duas forças, conjugado com as armadilhas ali colocadas pelos portugueses, obrigam as forças castelhanas a afunilar a sua frente de combate, passando-a para uns meros 60 a 70 metros. As sucessivas investidas dos castelhanos vão conseguindo, aos poucos, entrar no interior do quadro pelo lado frontal, mas, no seu interior, são imediatamente atacados de flanco e dizimados pelos portugueses.

Durante uma hora, o processo continua, até já restar poucos castelhanos na frente de combate.

O que resta da força castelhana foge, em pânico, incluindo o rei de Castela, que se refugia em Santarém, daí partindo para Sevilha.

Esta excelente estratégia militar, que ficaria conhecida na História Universal por Tática do Quadrado, serviria de modelo a muitos outros combates realizados no futuro.

Neste período da História de Portugal surge a lendária figura de Brites de Almeida, mais conhecida como a Padeira de Aljubarrota, que, com a sua pá, teria morto sete castelhanos que encontrara escondidos no seu forno.

FIM DO DOMÍNIO CASTELHANO SOBRE PORTUGAL

Esta batalha põe fim à crise de 1383-85, consolidando D. João I, mestre de Avis, como rei de Portugal.

A Aliança Anglo-Portuguesa estabelecida entre os dois países em 1373 saiu reforçada após esta batalha, conduzindo, em 1386, à sua renovação através do Tratado de Windsor e ao casamento de D. João I com D. Filipa de Lencastre.

Fonte: Chronica del Rey D. Ioam I de Boa Memoria e dos reys de Portugal o decimo, Fernão Lopes (1380-1460)

Oleme